Mitos e Realidades - Pharmaceuticals


Mitos e Realidades

Pílula e trombose

Trombose é a formação de um coágulo sanguíneo que pode obstruir um vaso. A trombose pode ocorrer, às vezes, nas veias profundas das pernas (trombose venosa profunda). Este coágulo pode se desprender das veias onde se originou, alcançando e obstruindo as artérias dos pulmões causando a chamada "embolia pulmonar".

A trombose venosa profunda é pouco frequente. Pode aparecer tanto com o uso de pílulas como também em pacientes que não as utilizam e também durante a gestação. As usuárias de contraceptivos hormonais têm risco maior de apresentar esta patologia comparando com não usuárias de pílula, porém não tão alto quanto durante o período gestacional.

Pode ocorrer formação de coágulos sanguíneos, muito raramente, nos vasos sanguíneos do coração (causando um infarto do miocárdio) ou do cérebro (causando um acidente vascular cerebral). Em casos extremamente raros, podem se formar coágulos no fígado, intestino, rins e olho.

Muito raramente, a trombose pode causar complicações permanentes e até fatais.

O risco de sofrer um ataque cardíaco ou cerebrovascular aumenta progressivamente com a idade. Também aumenta significativamente em fumantes. A mulher que opta por utilizar pílula deve deixar de fumar, especialmente se tem mais de 35 anos.

Se ocorrer elevação da pressão sanguínea durante o uso de contraceptivos hormonais, pode ser que seu médico indique a sua interrupção.

O risco de sofrer trombose venosa profunda (TVP) aumenta temporariamente nos períodos de imobilização (por exemplo, em caso de fratura nos membros inferiores, cirurgias, etc.). Se você vai ser submetida a hospitalização ou cirurgias planejadas, comunique o uso da pílula ao seu médico com antecedência. Seu médico poderá aconselhar-lhe a interromper o uso várias semanas antes do procedimento marcado ou no momento da imobilização. Seu médico também lhe comunicará quando poderá voltar a utilizar a pílula após sua recuperação.

Se observar sinais de trombose, interrompa imediatamente a ingestão da pílula e procure seu médico o mais rápido possível.

Qual o método contraceptivo ideal para você?



Pílula e câncer

Os hormônios contidos nos contraceptivos são produzidos sinteticamente para que cumpram com a função desejada. Tem sido demonstrado que os contraceptivos orais combinados protegem contra o câncer do ovário e do endométrio (recobrimento interno do útero), mas a ação destas substâncias diante de outros tipos de câncer ainda não está bem esclarecida.

O câncer de mama tem sido encontrado com mais frequência em mulheres que usam a pílula do que naquelas que não a utilizam na mesma faixa etária. Este ligeiro aumento no número de diagnósticos de câncer de mama desaparece gradualmente no transcurso dos 10 anos seguintes à interrupção da pílula. Ainda não se sabe se esta diferença é causada pela pílula. Pode ser devida à maior frequência de exames médicos realizados nas usuárias de pílulas (acompanhamento médico), de tal maneira que o câncer de mama é detectado precocemente.

Em casos raros, têm sido observados tumores hepáticos benignos e, ainda mais raramente, tumores hepáticos malignos nas usuárias de pílula. Estes tumores podem ocasionar hemorragias internas. Contate imediatamente seu médico se apresentar dores abdominais não habituais.

Tem sido observado que o câncer de colo do útero possui incidência um pouco mais frequente em mulheres que usam pílula por períodos prolongados. Este achado pode não estar relacionado com a pílula, uma vez que também pode estar relacionado com o comportamento sexual (múltiplos parceiros) ou com a frequência de infecções genitais e outros fatores. Existem muitas outras teorias e estão sendo realizados diferentes estudos mundiais para tentar esclarecer definitivamente esta questão.

Saiba mais - Gineco

L.BR.WH.2012-07-23.0828

Ferramentas
.
Guia CLP
Gineco

http://pharma.bayer.com.br/pt/areas-terapeuticas/saude-de-a-a-z/contracepcao/metodos-hormonais/mitos-realidades/index.php

Copyright © Bayer Pharma AG